Como surgem os funks:
Do "Melô da mulher feia" às mulheres-fruta, o funk carioca comemora 21 anos de existência em 2010. Seu marco zero é o disco “Funk Brasil”, de 1989, produzido pelo DJ Marlboro. Apesar disso, o funk ganhou espaço na mídia brasileira há pouco menos de uma década. A consolidação do gênero no país veio em 2001, com hits com "Cerol na mão (além de ''Tchutchuca'' e "O baile todo''), sucesso do Bonde do Tigrão, além de outros hits como "Tapinha", da Mc Beth e do Mc Naldinho. Em 2009 o gênero, muitas vezes discriminado, tem a chance de virar oficialmente um movimento cultural, com lei e tudo. Uma história movimentada e impressionante para um ritmo com apenas vinte anos de idade. Recentemente o Funk tem se firmado como o ritmo mais ouvido e o mais influenciador da juventude carioca. Com o surgimento de "créu" e sua garota-propaganda, a Mulher Melancia, o funk criou a era das mulheres-fruta gostosas que tem uma bunda monumental. Sem contar que atualmente o funk tem tomado dimensões globais, Cidinho e Doca que o digam – sua versão “proibidão” de “Rap das armas” (da trilha sonora de “Tropa de elite”) virou hit na Suécia e ganhou recentemente um remix kuduro, ritmo conhecido informalmente como o “funk carioca de Angola”.
CAPÍTULO 2:











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